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INTERNATIONAL FESTIVAL FILMES SOBRE ARTE PORTUGAL (FILMS ON ART PORTUGAL) 2015 |
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Dear film makers, producers and audience of the festival! CONGRATULATIONS TO |
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KATHERINE KNIGHT and MARCIA CONOLLY for their film "SPRING&ARNAUD". They received the "GOLDEN HARE" for special achievements in creating a film on art. ![]() |
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GIERÈ ŽICKYTÉ for her film "MASTER AND TATYANA". Jury member Patrícia Guerreiro reading the statement of the jury about this film: |
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ADAM SOCH for his film "REZA ABDOH, THEATRE VISIONARY". Jury member Rui Calçada Bastos presenting the award for Adam Soch: Teresa Prata and João Tocha confirm:
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ILA BÊKA and LOUISE LEMOINE for their film "LA MADDALENA". AMELIE HARRAULT for her film "KIKI OF MONTPARNASSE". |
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If you like to explore the festival's atmosphere, return to this webpage in a while |
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| Quinta-feira 1 OUT 18h00 |
SESSÃO DA ABERTURA / OPENING SESSION |
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TAPES FROM THE REVOLUTIONARY Como é ver o mundo através dos olhos de outra pessoa? O cineasta Scott Wills encontra Andy, um auto-proclamado revolucionário comunista que documenta a sua vida com uma câmara vídeo Hi8. Com o fim de entender o propósito que as cassetes encerram, Wills pega na sua câmara, apesar de Andy ter os seus próprios objectivos para o projecto. “Começámos a filmar juntos. Nunca nos demos bem. Ele pensou que eu era “um autoritário” e, por isso, o meu filme transformou-se numa coisa diferente.” What is it to see the world through someone else's eyes? Filmmaker Scott Willis discovers Andy, a self-proclaimed communist revolutionary that documents his life on a Hi-8 camcorder.Aiming to understand the purpose behind the tapes Willis picks up his camera, however Andy has its own agenda for the project. "We started filming together. We never got along. He thought I was an authoritarian and therefore my film grew into something else."
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ANDREA ZITTEL: WAGON STATION ENCAMPMENT O acampamento "Wagon Station" de Andrea Zittel, que existe desde 2004 até agora, é um conjunto de “lugares para dormir” espalhados pela sua propriedade em Joshua Tree, na Califórnia. Duas vezes por ano, quando o clima do deserto é ameno, Zittel permite que artistas, andarilhos e investigadores permaneçam no acampamento, que é ao lado da sua casa e do seu estúdio. Concebido para facilitar a interação social e o desenvolvimento pessoal, o acampamento é uma mistura de espaços comunitários e individuais. Andrea Zittel's "Wagon Station Encampment" (2004-ongoing) is a series of sleeping pods arranged throughout her property in Joshua Tree, California. Twice a year, when the desert climate is mild, Zittel allows artists, hikers, and researchers to stay in the Encampment, which is adjacent to her home and studio. Designed to facilitate social engagement as well as personal exploration, the Encampment is a blend of communal and private spaces.
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MASTER AND TATYANA Alguns chamaram-no louco, outros de génio não só porque ele tinha um leão vivo no seu apartamento como também por ter sido o primeiro a ir além da fronteira da Lituânia e ter documentado, espontaneamente, a realidade da República Soviética. Trabalhou muito e bebeu muito. Viveu em Vilnius, com a sua bela mulher Tatyana. Eram o casal-sensação dos anos 70. Tão sensacionais como a sua casa, sempre cheia de pessoas, vinho, conversas noite adentro, convidados dos lugares mais longínquos da União Soviética. Ele foi esmagado pela sua paixão pela verdade e pela fotografia. “O Mestre e Tatyana” é uma história sobre o génio rebelde da fotografia, o amor apaixonado e uma vida destruída pelo sistema. Some called him madman, others - genius. Because he kept a living lion in his apartment. Because he was the first to go beyond Lithuanian surroundings and document the spontaneous reality of Sovier Republics. He worked a lot and drank a lot. He lived in Vilnius with his beautiful wife Tatyana. They were the vibrant couple of the 70's. Just as vibrant as their home, always full of people, wine, nightlong conversations, guests from farthermost places of Soviet Union. He was engulfed by his passion for truth and photography. "Master and Tatyana" is a story about rebellious genius of photography, passionate love and another life destoyed by the system.
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| Quinta-feira 1 OUT 20h45 |
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RHYTHM OF TIME Uma viagem dentro do mundo da música emergente da Argélia. O espectador irá deleitar-se com os inúmeros artistas e bandas com influências diferentes e que são o centro desta nova “tendência” musical. A journey into the world of emerging Algerian music. Several artists and bands with various influences which are at the heart of this new wave, are to be experienced.
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ROUGH PETER BRÖTZMANN - a Jazz-Odyssey from Wuppertal to China Observações de um homem que fez sempre o seu próprio percurso na música e na arte. Peter Brötzmann: há mais de 50 anos “na estrada” e discutido há muito, de forma controversa. Alguns chamaram-lhe “louco”, mas é agora distinguido com prémios importantes e celebrado, por todo o mundo, como o padrinho do Free Jazz. O filme mostra-o antes, durante e depois dos seus concertos em Berlim, Varsóvia, Londres, Remscheid, Nova Iorque até São Francisco e Shenzhen onde ele toca com os maiores, mais fascinantes e mais bem sucedidos músicos de todos os tempos. Peter Brötzmann mostrado aqui na sua esfera privada, um artista quieto e muito profundo no seu pequeno jardim, na sua casa em Wuppertal onde ele estudou arte e aprendeu “fluxus”. Impelido pelo desejo da improvisação, desenvolve o seu mundo superlativo entre rajadas fantásticas de energia e as mais primorosas fantasias sonhadas. Um poeta, com o saxofone, o clarinete e o tarogato. Observations of a man who had always gone his very own way in music and art. Peter Brötzmann: since more than 50 years "on the road", controversially discussed for many years, some called him "mad", now distinguished with grand awards and worldwide celebrated as the "Godfather of Free Jazz". The film shows him before, during and after his concerts in Berlin, Warshow, London, Remscheid, New York, until San Francisco and Shenzhen where he plays with top musicians, fascinating, comical at times. Peter Brötzmann, in private a quiet, very thoughtful artist, in his small garden, at home, in Wuppertal where he had studied art and lernt "fluxus", to that a dry humor. |
| Sexta-feira 2 OUT 18h00 |
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GRACIELA ITURBIDE Como é que os artistas podem ir além do que eles já sabem e do que vêem facilmente? How do artists push beyond what they already know and readily see? Can acts of engagement and exploration be works of art in themselves? In this film, the artist uses her practices as tools for personal and intellectual discovery, simultaneousls documenting and producing new realities in the process. |
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(ENTRE)CENAS "(Entre)Cenas", de Rui Simões, é um documentário sobre as rodagens de "Os Maias" - (Alguns) episódios da vida romântica, adaptação cinematográfica do romance homónimo de Eça de Queirós pelo realizador João Botelho. Ao acompanhar o elenco "dentro" e "fora" das cenas daquele filme de época, "(Entre)Cenas" assume-se como uma extensão da história da família dos Maias, expondo a mentira do cinema e movimentando-se entre realidade e ficção. S. |
| Sexta-feira 2 OUT 20h45 |
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JAMIAN JULIANO-VILLANI'S PAINTING COMPULSION Filmado no seu estúdio em Brooklyn, Nova Iorque, a artista Jamian Juliano-Villani usa um projector digital para criar pinturas surreais e discorre sobre a fonte material gráfica que a inspira. O seu estúdio está cheio por uma variada colecção de livros desde a moda dos anos 70 até à ilustração comercial, fotografia de investigação americana, banda desenhada europeia desconhecida. Este vasto banco de imagens – que a artista começou a colecionar na escola secundária – cria as peças indispensáveis para a seu complexo processo criativo. Filmed in her Brooklyn, NY studio, artist Jamian Juliano-Villani uses a digital projector to create surreal paintings and discusses the graphic source material that inspires her. Her studio is crowded with a wildly varied collection of books ranging from 70s-era fashion, to commercial illustration, to Scientific American-style photography, to obscure European comic art. This vast image bank - which the artist began collecting in high school - generates the building blocks for her mashup creative process. Realização RAFAEL SALAZAR, AVA WILAND | Fotografia RAFAEL SALAZAR, AVA WILAND | Montagem RAFAEL SALAZAR | Som AVA WILAND | Produção WESLEY MILLER, NICK RAVICH, RAVA FILMS | Distribuição ART21 |
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REZA ABDOH, THEATRE VISIONARY Reza Abdoh (1963-1995), nascido no Irão, foi um encenador e escritor americano de peças de teatro, conhecido pelas suas grandiosas produções experimentais de teatro. Um artista prolífico, apesar da sua curta vida criativa. Abdoh morreu de sida em 1995, com 32 anos, tendo criado um impressionante conjunto de espectáculos de palco conhecidos pela sua sobrecarga sensorial, energia feroz e cenas com algo misterioso característico dos sonhos. O “Los Angeles Times” chamou o seu trabalho de “intrigante, fragmentado, de arestas duras e brilhante como um diamante”. O “Village Voice” chamou-o de “surpreendente”. Artistas proeminentes foram também admiradores fervorosos. Por exemplo Richard Foreman disse que “... foi como um choque estético. O tempestuoso trabalho de Abdoh pôs-me a cambalear”. Com a sua companhia “Dar A Luz”, formada em 1991, a forma criativa extraordinária de Abdoh criou peças de teatro que tiveram grande impacto no teatro experimental por todo o mundo. Se não sabe muito sobre Reza e as suas criações teatrais incríveis será fantástico! Este filme foi feito a pensar em si. O filme mostra a violação de todas as regras, o jogo de mudança, a irreverente explosiva navalha afiada de Reza, o inspirado e expirado ritmo poético das peças e o inferno cru e tortuoso usado para expor a hipocrisia e injustiça numa colagem frenética e desarmante de som, vídeo, dança, de palavras a uma velocidade vertiginosa e cheias de volume, - o mais generoso, feroz e destemido performer que jamais alguém poderia esperar. Este documentário apresenta um retrato íntimo do mundo e trabalho de Abdoh e a sua companhia “Dar a Luz”. Com autorização para usar o espólio, o filme apresenta trechos extensos incríveis das peças mais importantes de Abdoh juntamente com entrevistas com ele, os seus colaboradores, críticos, amigos e familiares. "É tempo, o mundo precisa saber o que é possível!"
Reza Abdoh (1963-1995) was an Iranian-born American director and playwright known for his large-scale, experimental theatrical productions. A prolific artist even in his short, creative life, Abdoh died of AIDS in 1995 at the age of 32, having created an impressive body of stage spectacles known for their sensory overload, ferocious energy and hallucinatory dreamscapes. The Los Angeles Times called his work “puzzling, fragmented, hard-edged and brilliant as a diamond.” the Village Voice called it “astonishing.” Prominent artists were also fervent admirers; Richard Foreman, for example, has said the “aesthetic shock of encountering Abdoh’s turbulent work sent me reeling.” With his company Dar A Luz, formed in 1991, Abdoh an extraordinary creative force created plays that have made a major impact on experimental theatre worldwide. If you don’t know much about Reza and his incredible theatrical creations, that’s fantastic! This film was made with you in mind. The film captures Reza’s rule breaking, game changing, irreverent, explosive and razor sharp expression; the inbreathing and out breathing poetic rhythm of the pieces, the raw and nightmarish imagery hell bent on exposing hypocrisy and injustice in a frenetic, disarming collaging of sound, video, dance, words at breakneck speed and volume - the most generous and fierce and fearless performers one could ever hope to see. This documentary is offering an intimate portrait of the world and work of Abdoh and his company, Dar a Luz. With permission of the estate, the film features incredible extended excerpts of Abdoh’s most important pieces alongside interviews with Abdoh himself, his collaborators, critics, friends and family. "It is time; the world needs to know what is possible!" Realização ADAM SOCH | Fotografia ADAM SOCH | Montagem ADAM SOCH | |
| Sábado 3 OUT 18h00 |
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REHEARSALS Sem se conhecerem antes, Mehdi Aminian (Irão, ney), Mehmet Polat (Turquia, oud), Emmanuel Hovhannisyan (Arménia, duduk e zurna), Monica Mădaş (Roménia, vive em Londres, vocalista), Maria Casandra Hauşi (Roménia, vocalista), Aleix Tobias Sabater (Espanha, percussão), Meg Rosaleen Hamilton (Reino Unido, violino), e Ruven Ruppik (Alemanha, percussão) passam dois dias juntos numa sala de ensaios a rearranjar a música de Maria Tănase - uma cantora de música popular romena do século 20 e um grande ícone cultural - com o objectivo de criar uma peça homogénea. “Quando dizemos ‘um-dois, um-dois’ entendemos o que é que nos faz enfatizar o ‘um’ e o que faz o ‘dois’ como um eco, uma reflexo, algo que responde ao ‘um’. Imagine que nós não dizemos ‘um-dois’, que só dizemos ‘um-um-um-um’, todos com a mesma ênfase. Não nos dará prazer. Não sentiremos nenhum ritmo até que ‘um’ tenha acento e o ‘dois’, ou o que quer que tenhamos depois, o siga. Então torna-se perfeito. Vemos o mesmo acontecer com a acção de andar, que é acompanhada pelas duas pernas. Se praticássemos andar só com uma perna perceberíamos que falta alguma coisa dentro do ritmo.” (A Mensagem Sufi de Hazrat Inayat Khan) Without knowing each other in advance, Mehdi Aminian (Iran, ney), Mehmet Polat (Turkey, oud), Emmanuel Hovhannisyan (Armenia, duduk and zurna), Monica Mădaş (London-based Romania, lead singer), Maria Casandra Hauşi (Romania, lead singer), Aleix Tobias Sabater (Spain, percussion), Meg Rosaleen Hamilton (UK, violin), and Ruven Ruppik (Germany, percussion) spend a couple of days togethermin a rehearsals room rearranging the music of Maria Tănase, a Romanian folk singer from the 20th century and a major cultural icon, in order to create a homogenous act. “When we say 'one-two, one-two', then we understand what it is that makes us emphasize |
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SPRING & ARNAUD Arnaud Maggs, com cerca de 85 anos, deixa-se levar numa série de auto-retratos que ironicamente retratam toda a sua obra. Spring Hurlbut, de 60, cria obras perturbadoras que evocam a mortalidade enquanto acalenta a certeza de que o tempo de Arnaud é limitado. Juntos e sozinhos, cada um lida com a natureza da criatividade de um artista cujo percurso de invenção e descoberta resiste à realidade finita da vida. O filme mergulha o espectador num mundo onde a arte e a vida são indivisíveis e onde a devoção do casal entre si é igualada apenas pela sua dedicação ao seu próprio trabalho. A câmara capta o mundo visualmente rico e preciso destes seres fortes; a textura do lugar em que vivem; o humor da sua interação e das suas lutas para dar vida às suas ideias. A sensação urbana do estúdio e galeria é vista como contraponto ao retiro bucólico dos artistas no sul da França. É um mundo moldado pelo compromisso dos artistas para filtrar o que é mais significativo da vida, para criar um traço permanente da sua existência. |
| Sábado 3 OUT 20h45 |
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SOMBRAS Preso num labirinto entre tempo presente e tempo passado, um homem revisita lugares de que guarda memória. Deambula pela cidade, confrontando-se com um novo mundo imerso em imagens cativas em múltiplos ecrãs brilhantes. O tempo acelerou inexoravelmente, e este personagem procura ainda refúgio no escuro de uma sala de cinema. Trapped in a maze between the present time and the past, a man revisits places he remembers from before. He wanders through the city, confronting a new world immersed in images caught in multiple bright screens. Time has accelerated implacably, and this character still seeks refuge in the darkness of a movie theatre. |
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TREVOR PAGLEN Como é que os artistas tornam o invisível visível? Que elemento escondido persiste no seu trabalho? Faz parte do papel do artista revelá-los ou não? Neste episódio, o artista compartilha alguns dos segredos que são inerentes ao seu trabalho. |
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THE TRUTH BENEATH THE GROUND. GUATEMALA, THE SILENT GENOCIDE |
| Domingo 4 OUT 17h00 |
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B BIRD B BOY Um tributo a Jorge Lima Barreto, um pianista, musicólogo e performer português. A tribute to Jorge Lima Barreto, a Portuguese pianist, musicologist and performer. |
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THE ISLAND THAT WAS Em 1954, o lendário director italiano neorealista Renato Dall'Ara filmou a sua primeira curta-metragem, ajudado por um grupo de amigos e por amantes do cinema da região do Rio Pó. Como autodidata, ele começou o projecto quase como uma brincadeira sobre algo que aconteceu em Scano Boa, uma ilha com 5 quilómetros de comprimento, estreita e arenosa, coberta por flora mediterrânica, a última ilha a separar o delta do Rio Pó do Mar Adriático. 60 anos mais tarde, Lamberto Morelli é o único sobrevivente da equipa. In 1954, legendary Italian neorealist director Renato Dall'Ara shot his first short film, helped by a group of friends and Polesian cinema lovers. Being self-taught, he started the project almost just for fun about a fact which happened in Scano Boa, a thin, 5 kilometers long, sandy island full of mediterranean flora, the last one separating the Po river delta from the Adriatic sea. 60 years later, Lamberto Morelli is the sole survivor of that crew. |
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LA MADDALENA A ilha de La Maddalena deveria acolher a cúpula do G8 em Julho de 2009 mas, a 23 de Abril de 2009, Silvio Berlusconi, o primeiro ministro vigente, decidiu mudar o evento para Aquila, a cidade que tinha acabado de ser destruída por um terramoto. O novíssimo complexo do antigo arsenal na ilha, planeado por Sefano Boeri para receber o evento, foi abandonado lentamente. Seguiu-se um inquérito judicial que revelou práticas ilegais envolvendo corrupção, fraude contra o Estado e poluição ambiental. O lugar, que supostamente deveria ter sido recuperado, está até agora poluído e por isso está completamente fechado. O filme é concebido como um passeio introspectivo do arquiteto Stefano Boeri enquanto ele percorre os espaços abandonados. The island of La Maddalena was supposed to host the G8 summit in July 2009 but on April 23, 2009, the Prime Minister at the time, Silvio Berlusconi decided to move the event to Aquila, a city that had just been destroyed by an earthquake. |
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MARCEL STORR, CLANDESTIN PAINTER Marcel Storr (1911 - 1976), uma criança abandonada, surda, iliterata. Ninguém sabia que ele pintava. Será possível um criador clandestino emergir das sombras? Em 2012, a primeira exposição de todo o trabalho de Marcel Storr foi vista por 20.000 pessoas no pavilhão Carré Baudovin em Paris. A imprensa chamou-a de "Storrmania". Marcel Storr (1911 - 1976), an abandoned child, deaf and illiterate. Nobody knew he used to draw. Can a clandestine creator emerge from the shadows? In 2012, the first exhibition of Marcel Storr's entire work was seen by 20.000 visitors at the pavillon Carré Baudovin in Paris. The press called it "Storrmania". |
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DELIRIUM OF PARADISE O documentário fala sobre o artista dissidente russo Vladimir Yashke que, independentemente do desmoronar da realidade, mantém as cores de memórias na sua alma e compartilha-as através das suas pinturas. É uma história sobre as relações do homem e da autoridade. O fenómeno da dissidência e as dificuldades sociais da cultura da Europa Oriental são o pano de fundo do filme. Para uma plateia inteligente, este documentário será interessante por vários motivos: como a imagem de um artista russo na contemporaneidade, como um reflexo da história sob a perspectiva da vida privada e como um olhar sobre as pessoas que geralmente estão fora da atenção dos pobres de espírito.
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| Domingo 4 OUT 19h30 |
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KIKI OF MONTPARNASSE "Kiki de Montparnasse", foi a musa incauta dos principais pintores de vanguarda do início do século XX. Testemunha memorável de um Montparnasse extravagante, ela emancipou-se da sua posição social como uma simples modelo e tornou-se uma Rainha da Noite, uma caricaturista, uma escritora e uma cantora de cabaré. "Kiki de Montparnasse" was the unwary muse of major avantgarde painters of the early twentieth century. Memorable witness of a flamboyant Montparnasse, she emancipated from her status as a simple model and became a Queen of the Night, a press cartoonist, a writer and a cabaret singer.
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AMERYKANKA. ALL INCLUDED. O filme é sobre a vida, na prisão da KGB (chamada "amerikanka") na Bielorrússia, do conhecido jornalista e escritor Alexander Feduta, que foi conselheiro de Lukashenko há 20 anos e que o ajudou a ganhar as eleições. No entanto, mais tarde, Fyaduta deixou-o e juntou-se à oposição da Bielorrússia. O autor ficou sob custódia, durante 110 dias, depois da eleição presidencial na Bielorrússia. Ele descreve esse período no seu livro "American Poetry". A ideia do filme é transformar a realidade decepcionante através da linguagem da literatura, ao mudar o género de drama para a comédia. Neste filme a terrível máquina governamental é retratada em tons irónicos, como a sua própria caricatura. Alexander Fyaduta levará a audiência para um dos lugares mais secretos da Bielorrússia - "amerikanka". Na realidade não será a prisão verdadeira mas a sua versão escrita. The film tells about the life in the Belarussian KGB prison (called "amerikanka") of well-known journalist and writer Alexander Feduta. 20 years ago, he was an advisor of Lukashenko and helped him to win the elections. Later though, Fyaduta left him and joined Belarussian opposition.
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SATIESFICTIONS - PROMENADES WITH ERIC SATIE Sempre munido com um melão, um guarda-chuva e por piadas, ele não é apenas, visto de fora, a mais estranha personagem na história da música francesa: Erik Satie foi um compositor, desenhista, fundador de uma igreja, pioneiro em relações públicas e um perito na emissão de pareceres. Em episódios lúdicos o documentário "Satiesfictions" torna claro o fenômeno que é Satie: os seus anúncios tornam-se autênticos anúncios publicitários assim como os seus desenhos em desenhos animados. Entrelaçada com relatos de colaboradores de Satie e peritos, o filme oferece uma perspectiva única sobre o cosmo de Satie, com pianistas que tocam em pianos empilhados em cima uns dos outros e com artistas que se transformam em "mobília musical". Always armed with a melon, umbrella and wisecracks, he is not only on the outside the strangest fellow in French music history: Erik Satie was a composer, designer, church founder, PR pioneer and master of aperçus. In playful episodes the documentary "Satiesfictions" illuminates the phenomenon that is Satie: His ads evolve into real commercials as his drawings into cartoons. Interwoven with accounts by Satie associates and experts, the film offers a unique insight into Satie's cosmos, featuring pianists playing on pianos stacked atop each other or performers turning into "musical furniture". Realização ANNE-KATHRIN PEITZ, YOULIAN TABAKOV | Fotografia ADAM NILLSON, STEPHAN BOERGER | Montagem STEFFEN HERRMANN | Som TOINE MERTENS, HENDRIK EIBISCH, CHRISTOPH WONNEBERGER | Música ERIC SATIE | Produção ANNE-KATHRIN PEITZ / ACCENTUS MUSIC GMBH | Distribuição C MAJOR ENTERTAINMENT GMBH |
| Domingo 4 OUT 22h30 |
CERIMÓNIA DA ENTREGA DOS PRÉMIOS - FESTA |
Lugar do festival: Galeria Zé Dos Bois (ZDB) Filmes legendados em Inglês (English subtitles) Entrada livre Free entrance Direcção e Programação: RAJELE JAIN Juri: FUND-RAISING - COM O APOIO DE: Benjamin Jain, Dona Maria Amélia Almeida, Elenor Jain, Gernot Steinweg, Gora Jain, Gordo Jain, João Tocha & Sonya (DIGITAL AZUL), Kazike, Philip Jain, Thomas Bongartz, Ulrike Jain AGRADECIMENTOS ESPECIAIS: Kazike, Natxo Checa, Ondina Ramos, Daniela Ribeiro, João Tocha, Marta Furtado, equipa ZDB, Teresa Prata, Ian Forster, Zambeze Almeida, Eduardo da Cunha, art21 e todos os realizadores e produtores dos filmes apresentados e submetidos
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